No. 80 - 28/09/01

Business as usual

"After the history of the twentieth century, you’d think they would be extremely wary of allowing more centralization of power in the state. But the shibboleths of limitless government – 'democracy', 'human needs', 'compassion', 'defense', et cetera – usually disarm prudence."
(Joseph Sobran)

"It is in war that the State really comes into its own: swelling in power, in number, in pride, in absolute dominion over the economy and the society. Society becomes a herd, seeking to kill its alleged enemies, rooting out and suppressing all dissent from the official war effort, happily betraying truth for the supposed public interest."
( Murray Rothbard)

 

O primeiro relato de guerra a descrever o uso de bombas data de 1207. O relato enfatiza o que posteriormente viria a ser chamado "efeito moral": quando as bombas explodiam, "as tropas inimigas ficavam aterrorizadas e enlouqueciam, homens e cavalos correndo o mais rápido que conseguissem."

Por muito tempo, a bomba foi considerada apenas um antecessor primitivo do canhão. Mas já havia teóricos da guerra capazes de perceber o potencial destrutivo de bombas jogadas do alto.

Francesco de Lana Terzi, em seu "Prodromo overo Saggio", de 1670, avisava que "navios aéreos" poderiam, de uma distância adequada, "atirar balas e bombas sobre casas, castelos ou cidades", sem que eles mesmos estivessem sob o menor perigo. Em 1710, Gottfried Zeidler, em seu "Der fliegende Wandersmann", sonhava com vôos aéreos, que tornariam as viagens mais fáceis e mais baratas e permitiram que as pessoas, como os pássaros, voassem para as áreas mais quentes no inverno. No entanto, avisava ele, "nenhum país, nenhuma cidade, jamais estaria a salvo de ataques vindos do alto." Em 1781, Restif de la Bretonne fez suas previsões em "La découverte australe par um homme-volant", onde visualizava viagens aéreas e esquadrões de bombardeio, que deixariam "no imenso espaço do futuro uma trilha de infâmia, medo e horror".

No ano seguinte, os irmãos Montgolfier começaram suas experiências com balões de ar quente. Como ninguém sabia o que aconteceria com um ser humano em tais circunstâncias, os balões foram, primeiro, testados sem ninguém; depois com um pato e uma ovelha como passageiros. Os próprios irmãos Montgolfier voaram durante vinte e cinco minutos num balão em 21 de novembro de 1783.

Na audiência estava o tenente engenheiro prussiano J. C. G. Heyne, que, impressionado com o potencial militar dos balões, escreveria, alguns meses depois, no primeiro livro sobre vôos como armas: "o balão poderia fazer chover fogo e destruição sobre cidades inteiras, com resultados catastróficos para os habitantes." Heyne acreditava que, como essa ameaça aérea pesaria igualmente sobre todas as cidades do mundo, os países em guerra logo chegariam a acordos para impedir que máquinas voadoras fossem usadas para propósitos de terror ou destruição em massa.

A verdade é que logo se descobriu que os balões são excessivamente vulneráveis e instáveis para ter um valor militar significativo e, talvez por isso mesmo, pouco mais de cem anos depois, em 1899, na Haia, as grandes potências se reuniram e concordaram em seguir a recomendação de Heyne e proibir bombardeios via balões.

Mas em 17 de dezembro de 1903, o primeiro aeroplano motorizado levantou e voou - por apenas doze segundos e por apenas quarenta jardas, mas essa já era a realização do velho sonho humano de levantar vôo. No meio da excitação, ninguém se lembraria de que, além de voar, os seres humanos agora também podiam bombardear.

Multidões extasiadas em Paris e Nova Iorque viram um avião pela primeira vez em 1908, e intelectuais compartilhavam o entusiasmo imaginando que o avião inauguraria uma nova era da humanidade. Alfred Lawson, por exemplo, acreditava que o avião criaria um novo tipo de ser humano, o "alti-homem", que nasceria no ar e viveria toda a sua vida lá, e veria, do alto, o "homem-terra" da mesma maneira que nós vemos as ostras e os siris. Esse novo homem venceria todas as limitações da terra e se tornaria um anjo ou um deus.

Não era preciso acreditar nesse tipo de teoria maluca para celebrar o advento da nova invenção. Algumas armas novas - metralhadoras, tanques, gases venenosos - eram sinceramente odiadas pela população. Mas não os aviões. Ainda quando eles fossem usados para matar pessoas, a guerra aérea era considerada mais "pura" e mais "nobre".

Mais ainda, os aviões eram vistos como instrumentos de paz, porque democratizariam os perigos da guerra. Como todos os países estariam sujeitos a seus efeitos destrutivos, eles se tornariam menos propensos a guerrear. As pessoas também acreditavam que os vôos acabariam com os motivos para as guerras, porque aproximariam as pessoas.

A primeira bomba a cair de um avião explodiu num oásis perto de Tripoli em 1 de novembro de 1911. Os italianos desejavam celebrar os 50 anos de sua unificação conquistando o último pedaço do império turco na África do Norte (a Turquia perdera quase todas as suas terras para os países europeus durante o século XIX) - a cidade de Tripoli, uma pequena faixa costeira entre o Egito britânico e a Tunísia francesa, com 30 mil habitantes e uma vasta área desértica povoada por cerca de 600 mil nômades árabes. Assim, os pilotos na guerra de Tripoli foram pioneiros: um deles montou uma câmera em seu avião e foi o primeiro a tirar uma fotografia aérea; outro fez o primeiro RAID aéreo noturno; outro jogou a primeira bomba aérea. Um quarto foi o primeiro a ser abatido no ar.

Antes do bombardeio, em 1910, R. P. Hearne elaborara, em "Airships in Peace and War" uma teoria de bombardeios aéreos precisos, nos quais o piloto seria uma espécie de guarda e o avião seu cassetete. "Em terras selvagens, o efeito moral de tal instrumento de guerra é inimaginável. A aparição de um aeroplano levaria terror às tribos." Ademais, esse tipo de expedição evitaria "o terrível desperdício de vidas de soldados brancos produzido pelo serviço expedicionário." A força aérea simplesmente patrulharia a terra, como a força naval patrulha o mar, e, quando necessário, os bombardeios poderiam produzir uma punição "precisa, severa e terrível", que, ainda assim, seria mais humana do que as expedições punitivas tradicionais, porque as bombas só afetariam os infratores, sem punir inocentes.

Isso, claro, era pura fantasia, porque a idéia exigia uma precisão que simplesmente não existe. Quando os franceses enviaram seis aviões para realizar operações policiais no Marrocos em 1912, os pilotos escolheram alvos grandes - vilarejos, mercados - pois do contrário suas bombas não atingiriam nada. E quando os espanhóis começaram a bombardear "sua" parte do Marrocos no ano seguinte, eles usaram bombas alemãs, recheadas com explosivos, feitas sob medida para não concentrar seu efeito, mas para espalhá-lo sobre o maior número possível de alvos vivos.

Ao fim da Primeira Guerra, a Grã-Bretanha era o único país com uma força aérea independente, composta de 3.300 aviões, que tiveram um papel quase desprezível na Guerra. Churchill foi o encarregado de reduzir o poder militar inglês para níveis condizentes com tempos de paz: cada ramo militar teria de provar que era indispensável. Para os dois ramos tradicionais, a solução era fácil: bastava reduzir radicalmente a força aérea. Foi aí que Sir Hugh Trenchard, o comandante-chefe da força aérea resolveu apostar todas as suas fichas no "Mullah Maluco" de Somaliland, Mohammed bin Abdullah Hassan, há tempos uma pedra no sapato do império britânico, com inúmeras expedições punitivas tendo falhado em puni-lo. Os planos militares britânicos previam o gasto de milhões na construção de estradas e bases militares para conduzir a ocupação do país e a deposição do WolMullah. Trenchard prometeu resolver tudo com doze aviões e 250 homens.

O Mullah nunca vira um avião, muito menos uma bomba, e não demonstrou nenhum medo. Ele fez o que sempre fazia quando tinha visitantes inesperados: vestiu suas melhores roupas e, cercado de seus principais conselheiros, aguardou foi para a frente de seu palácio aguardar os emissários estrangeiros.

A primeira bomba quase acabou com a guerra. A explosão matou os conselheiros e chamuscou as roupas de Mohammed. O próximo bombardeio matou sua irmã e vários de seus parentes próximos. Durante os próximos dois dias os aviões britânicos atacaram Mohammed e sua família enquanto eles fugiam pelo deserto, como animais sendo caçados, até que eles se renderam.

Tempo utilizado na derrubada do Mullah: duas semanas, em vez de um ano. Custo total: £77.000, em vez de milhões. A força aérea foi mantida graças a considerações econômicas, e Churchill ofereceu £6 milhões à Royal Air Force para que tomasse controle da operação no Iraque, que custara 18 milhões até então.

Como outros poderes coloniais, a Grã-Bretanha vinha bombardeando nativos impacientes em "seus" territórios há tempos, começando na fronteira do noroeste da Índia. Não foi muito útil destruir as cidades dos revoltosos, mas quando seus sistemas de irrigação foram bombardeados, e eles ficaram sem água e sem plantações, a paz foi restaurada.

Os ingleses bombardearam revolucionários no Egito e o sultão rebelde de Darfur em 1916. Em 1917, bombardeios puseram fim a uma insurreição em Mashud, na fronteira da Índia com o Afeganistão. Durante a terceira guerra do Afeganistão, em 1919, Dacca, Jalalabad e Kabul foram bombardeadas. No mesmo ano, a RAF enviou três esquadrões ao Egito para controlar rebeliões pró-independência. Em 1920, na tentativa de criar um regime britânico no Irã, a cidade de Enzeli foi bombardeada, e na Cisjordânia os ingleses puseram fim a uma rebelião com bombas que mataram 200 pessoas.

Esse tipo de coisa era parte da rotina do império. Mas a tarefa no Iraque era diferente. A idéia era impor o "controle sem ocupação", e a RAF foi encarregada de substituir, em sua execução, 51 batalhões de soldados, dos quais o Exército precisava para controlar um país que, depois de libertar-se da dominação turca, recusava-se a reconhecer seus novos senhores.

Em princípio, os habitantes seriam avisados antes de um ataque aéreo. Em princípio, casas, animais e soldados seriam os alvos, e não os idosos, as mulheres e as crianças. Mas o primeiro relato de Baghdad descreve um ataque aéreo que causou confusão e desespero entre os nativos e suas famílias. "Muitos deles pularam num lago, tornando-se alvo fácil para as metralhadoras."

"Quais são as regras para este tipo de cricket?", perguntou o novo chefe designado para a Provícia do Noroeste da Índia, Sir John Maffrey. O quartel-general da força aérea para a Índia respondeu que a lei internacional não se aplicava "para tribos selvagens que não respeitam os códigos da guerra civilizada." Assim, para que pudessem proteger-se, as pessoas deveriam ser avisadas antes de um ataque aéreo, mas ao mesmo tempo o ataque deveria ser uma surpresa, a fim de aumentar a quantidade de pessoas mortas, o que teria um impacto maior sobre a moral dos nativos. Ademais, como os nativos não valorizavam as mulheres, considerando-as parte de suas propriedades, "em algum lugar entre um rifle e uma vaca", matar suas mulheres não poderia ser comparado com perdas similares entre civis europeus.

Um memorando da RAF em 1922 descreve os métodos de terror disponíveis: bombas-relógio; bombas de fósforo; "pés de corvo", que mutilavam seres humanos e gado; petróleo bruto, que era usado para poluir a água potável; e "fogo líquido", um antecessor do napalm.

Vale repetir que os britânicos não eram os únicos a bombardear suas colônias. Os espanhóis foram ainda mais brutais no Marrocos, com vinte aviões soltando 600 bombas num único dia, 29 de junho de 1924, em cidades próximas a Tetuán. Em resposta ao que chamavam, porca miséria, de "métodos cristãos de guerra", os mouros torturaram e mutilaram prisioneiros de guerra espanhóis. A força aérea espanhola, então, destruiu casas, queimou colheitas e atacou cidades com gás mostarda.

Por que trago todos esses dados, todos esses fatos antigos? É que eles mostram a gigantesca contribuição dada pela invenção dos bombardeios aéreos à noção de "guerra total". Cito a definição de Joseph Stromberg:

"Guerra total consiste em fazer a guerra à sociedade inteira do inimigo, obliterando assim a distinção entre combatentes e civis, que era central na noção de guerra civilizada."

Mas as guerras coloniais não poderiam ser guerras civilizadas, porque eram guerras para expandir a civilização - e, se os selvagens resistiam à civilização, ela deveria ser imposta a eles por métodos selvagens. Temos, então, o paradoxo de que a criação dos aviões e de bombas cada vez mais sofisticadas, grandes conquistas da civilização, serviram para a criação de métodos selvagens de guerras que, por sua vez, visavam a expandir a civilização.

O resultado do paradoxo foi percebido por James Anson Farrer já em 1885, em seu clássico "Military Manners and Customs". Segundo ele, as guerras coloniais serviram "mais para barbarizar os civilizados do que para civilizar os bárbaros." E ele não viu o que as nações européias viriam a fazer umas às outras algumas décadas mais tarde.

Outro paradoxo é que, apesar do horror dos "pais da pátria" à guerra total, essa se tornou a doutrina militar oficial do país que substituiu a Europa no comando das "missões civilizatórias" (que, no caso americano, vêm com o adicional teológico da crença gnóstica e pós-milenarista na reforma do mundo e na criação do paraíso na Terra). Mais uma vez citando Stromberg:

"A Declaração de Independência criticava esse modelo de guerra [o modelo da guerra total], mas essa tem sido a política americana pelo menos desde 1862, talvez até antes, no que diz respeito aos índios. Hoje em dia, ela é mero reflexo condicionado. Um inimigo aparece, os líderes americanos instantaneamente exigem rendição incondicional, cidades são arrasadas, e referências são feitas ao General Sherman, ao Inferno, à grandeza moral americana e aos 'efeitos colaterais'."

Na década de 1950, por exemplo, as diretrizes nacionais de educação nos EUA continham a seguinte determinação:

"4. Todos os jovens na escola devem ser:

(...)

"c) ajudados a perceber que para preservar a liberdade na América, esta nação deve defendê-la em todas as partes do mundo e apoiar seu crescimento entre os povos em todos os lugares."

Assim, seguindo seu "destino manifesto", os americanos, com o apoio maciço dos intelectuais cortesãos na esquerda e na direita, não estão preparando uma retaliação militar contra um determinado inimigo; eles declararam guerra ao terrorismo - abstratamente considerado - e agora se preparam para "extirpar o mal do mundo", isto é, para expandir as maravilhosas conquistas da democracia e da liberdade por meio de bombardeios. Guerra perpétua para a paz perpétua.

Vocês, afinal, leram o Paul Johnson na Veja dizendo que, apesar de o Iraque provavelmente não estar diretamente envolvido nos atentados terroristas (e a Stratfor explicou que um envolvimento direto do Iraque é improvável, e não custa lembrar que a vertente islâmica de bin Laden nada tem a ver com a de Saddam), seria maravilhoso que os americanos aproveitassem o ataque ao Afeganistão para "criar" a democracia por lá. Ele bem poderia ter dito que já é hora de os iraquianos reconhecerem seu devido lugar e curvarem-se a seus líderes. Expandir a barbárie para expandir a civilização.

Vocês talvez tenham lido na Time o jornalista Lance Morrow afirmar que o mais importante no momento é que os americanos cultivem sua raiva e reaprendam por que a natureza humana foi equipada "com a poderosa arma chamada ódio", já que "uma política de brutalidade direcionada não surge facilmente numa nação humanitária, auto-consciente, auto-indulgente, contraditória, diversificada e com pouca capacidade de concentração." Tirania em prol da democracia.

Vocês provavelmente acompanharam também a polêmica sobre um cartum publicado no Sacramento Bee que retratava o World Trade Center em chamas e vários vietnamitas correndo, fugindo das chamas - uma comparação entre o atentado e os bombardeios americanos. Um líder conservador americano escreveu ao cartunista dizendo que ele era "o pior tipo de relativista moral". Sim, isso mesmo: o cartunista era o relativista, porque para ele vidas de vietnamitas e vidas de americanos valem a mesma coisa, uma opinião certamente imoral. Afinal, lembra Alex Cockburn, "a valoração tradicional de um americano branco em comparação com membros das raças marrons [os árabes] normalmente é de 500 para um, e a imprensa internacional é, em geral, incapaz de avaliar indianos ou chineses em unidades inferiores a 5000." Acabamos de ver que essa é uma velha lição; o cartunista em questão e seus colegas "relativistas" deveriam envergonhar-se de não conhecê-la. Nativos ignorantes são casualidades necessárias e até desejáveis de uma causa infinitamente justa.

É verdade que o presidente Bush parece, por enquanto, reticente em relação aos apelos globalistas de seus gurus neoconservadores. Sob a influência de Colin Powell, ele disse que, ao contrário de Clinton, não pretende "construir nações" através de bombardeios, e parece não estar disposto nem mesmo a derrubar os talibãs, muito menos parece disposto a aderir ao "choque de civilizações" advogado por Bill Kristol e companhia. Mas não é possível afirmar que as forças moderadas venceram, e que a nova cruzada do "império benevolente" foi cancelada, especialmente com gigantesca mobilização militar, com as mobilizações de bastidores envolvendo diversos países "civilizados" e com a virtual implantação de um Estado policial nos Estados Unidos (abolindo, assim, a incômoda oposição interna ao império).

Essa cruzada pela social-democracia global é atraente demais para ser abandonada. Como diz Stromberg:

"Não seria surpreendente se hegelianos, marxistas dos últimos dias, e pós-milenaristas americanos, seculares ou não, convergissem todos numa grande cruzada gnóstica em favor do aprimoramento do mundo através do imperialismo benevolente. Por que não? Eles todos acreditam na criação do Reino de Deus na Terra através da incorporação da sociedade pelo Estado. Na verdade, a liberdade humana nem mesmo é possível fora do escopo do império americano. Perguntem a Mr. Fukuyama."

Em suma, pode ser que nada aconteça, mas se bombas efetivamente começarem a cair nos países "aliados" do Afeganistão (e parece que até Colômbia e Paraguai estão na lista), que ninguém se surpreenda. Esse é o método usado há mais de um século para controlar os nativos e para "expandir a civilização". Às vezes essa utopia globalista sofre algumas baixas, mas elas nem lhe ocasionam uma pausa para reflexão; pelo contrário, lhe dão um novo impulso. A voracidade utopista dos reformadores do mundo não tem limites. Nos próximos meses, portanto, não estaremos diante de nenhuma grande novidade. É imperial business as usual.

Dirty business, acrescentariam pacifistas e liberais, ambos fora de moda.

 

BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA:

"A History of Bombing", de Sven Lindqvist, traduzido para o inglês por Linda Haverty Rugg, publicado pela The New Press.

"Uma História da Guerra", de Sir John Keegan, traduzido para o português por Pedro Maia Soares, publicado em conjunto pela Companhia das Letras e a Biblioteca do Exército.

"World War I as Fulfillment: Power and the Intellectuals", de Murray Rothbard, publicado no Journal of Libertarian Studies.

"Quis Americanos Constituit Judices Nationum?", de Joseph Stromberg, publicado no AntiWar.com.

"The Peculiar U.S. Theory of Self-Defense", de Joseph Stromberg, publicado no AntiWar.com

 

 


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