PEQUENO GUIA DA CRISE DA IGREJA
Por Pedro Sette Câmara 

  

1-)Nota Introdutória

2-)Apresentação do tema

3-)Apresentação do Guia

4-)Pequeno Guia da Crise da Igreja: textos e links

 

1-)Nota Introdutória

Os textos em português se encontram, em sua maioria, no site da Associação Cultural Montfort. Ao mesmo tempo que devo admitir que o site contém textos valiosos, preciso dizer que discordo de várias das posições ali tomadas pelo Sr. Orlando Fedeli, especialmente no que diz respeito à obra de René Guénon.

Além disso, o Sr. Orlando Fedeli é conhecido nos meios católicos pelas suas antigas ligações com a bizarra TFP de Plínio Corrêia de Oliveira. Não o conheço pessoalmente, e nem li todos os seus escritos, mas quero ressaltar que isto já é razão suficiente para manter uma certa reserva. O Pequeno Guia da Crise da Igreja do nosso jornal pretende mostrar a situação para os novatos no assunto – até porque eu mesmo que o elaborei sou um novato, e não conheço ninguém que pertença a qualquer sociedade secreta.

 

2-)Apresentação do tema

Hoje em dia se ouve falar muito que a "Igreja Católica está em crise". Existe de fato ao menos um mal-estar a respeito dela. Quem, como eu, tem 21 anos e quando se deu por gente João Paulo II já pontificava, está meio perdido: de um lado, o tchan de batina do Pe. Rossi; de outro, o suposto "conservadorismo" de D. Eugênio Sales, mas o que é que ele quer conservar?; num terceiro lado, os falsos profetas da Teologia da Libertação a falar de paz e amor, como se fossem hippies que leram livros. Talvez a maconha faça menos mal que estes livros, aliás.

De qualquer jeito, a verdade é que, para quem chegou agora, só existem estes três lados da questão. Ou você em vez de botar o joelho no genuflexório bota a mão no joelho, ou assume o discurso vaselinado que vem do Vaticano, ou se deixa hipnotizar pelo discurso materialista e anticristão de Leonardo Boff, Frei Betto e tutti quanti.

Ninguém que ame a verdade mais do que a si próprio vai optar por uma destas três alternativas. Se existe santidade, se existe certeza, firmeza de fé, não está aí. Se houve mártires, não foi por isto que eles morreram. Se a Igreja Católica está de pé há dois mil anos, tendo inventado todo um Ocidente, isso não foi feito com a Renovação Carismática, o Cardeal Ratzinger, e a Teologia da Libertação. Não pode ter sido.

Mas como aconteceu, então?

Eu vivi com esta pergunta durante muito tempo, até conhecer aqueles que hoje atendem pelo peculiaríssimo nome de "tradicionalistas". Ao assistir ao rito "antigo" da missa, senti-me diante do "catolicismo de que falam os livros", diante de algo inequivocamente - palavra preciosa nestes dias - santo e bom. Algo que me comunicava a seriedade e gravidade que tem o sacrifício de Jesus, sob cuja forma poderia ser resguardada através de incontáveis gerações uma eficácia ritual assombrosa. O rito "antigo" da missa é algo realmente fora deste mundo, e dá ao cristão o sentido de ser um estrangeiro aqui, estabelecendo bem a diferença entre o eterno e o transitório, sem que o primeiro pareça simplesmente esvanecer-se no segundo, como um suposto amor se esvanece em um beijo, obrigando o amante, depois, a inenarráveis buscas por algo que não estava lá... Não: a missa é o centro da vida espiritual, é nela que encontramos o Árbitro para todas as questões, e nela todas as ditas impossibilidades que o Cristianismo nos pede parecem presentes, e não distantes como um ideal abstrato. O rito antigo da Missa nos mostra algo incompreensível para o mundo moderno - o "mundo" de que Jesus falava é sempre moderno. Mas, por mais incompreensível que seja aos olhos do mundo, esta coisa diz respeito ao que há de mais precioso na consciência humana, e aí eu já pude encontrar uma razão para morrer pelo Cristianismo.

A "crise da Igreja" toda se resume no fato dela ter abandonado isto de vez, trocando a "sisudez" (uma percepção caipira) da missa por danças engraçadinhas, a vida do espírito pelo reino deste mundo, confundindo ambos ora sem querer ora querendo. Não é possível mesmo encontrar Deus na agitação ou na matéria abandonada à sua transitoriedade.

Por mais que estes processos já fizessem parte da Igreja antes dos anos 60 (o fim da destruição da civilização), é com o Concílio Vaticano II que eles se aceleram assustadoramente, passando a se tornar não um estranho fenômeno no seio da Igreja mas seu próprio rosto. Como um câncer toma um corpo. Isto é simples e claro, a meu ver. Certos documentos do Concílio e certas atitudes de João XXIII, Paulo VI, e João Paulo II levantaram polêmicas e divisões na Igreja só comparáveis à reforma (sic) daquele demônio chamado Martinho Lutero.

Muitos se opuseram às modernizações, cada um à sua maneira. Ainda que os "tradicionalistas" sejam unidos pela condenação (pelo Papa São Pio X) da "heresia modernista", muitas coisas os separam. O estudioso francês Fréderic Luz, em um de seus livros, lista pelo menos cem igrejas paralelas que surgiram depois do Concílio. Só eu conheço três antipapas: um de Nova Iguaçu, no estado do Rio de Janeiro, mais um outro em Massachussets, no nordeste americano, chamado Pio XIII, e ainda um espanhol, Gregório XVII. Os sites deles estão listados e comentados abaixo. A mim, isto parece loucura.

Mas bem. Nesta oposição às modernizações da Igreja, há duas figuras no mundo que ganharam mais notoriedade que as outras: Dom Antonio de Castro Mayer, Bispo de Campos, e o famoso Monsenhor Lefèbvre, da França. Ambos quiseram preservar o rito da missa e discordavam de certas posições da Santa Sé. Esta discordância era legítima, pois os pronunciamentos papais a respeito dos temas polêmicos não tinham valor de infalibilidade. Não fizeram nada além disso. Não se autoproclamaram Papas, mas antes fazem questão de reconhecer os últimos ocupantes da Santa Sé como legítimos sucessores de Pedro. São, a meu ver, os mais razoáveis de todos, pois fizeram a coisa mais sensata. Diante da enxurrada, da tempestade, da confusão, decidiram simplesmente que não sairiam do lugar e tiveram força para isso. Podem até ter seus defeitos, mas creio que são o que há de melhor no "tradicionalismo".

Antes eu havia empregado um adjetivo para qualificar esta idéia de "tradicionalismo". Disse antes "peculiaríssimo" simplesmente porque a essência de toda religião que se preze pode ser resumida em dois itens: 1-)tradição, e 2-)conservação dessa tradição a qualquer custo. Se toda a Igreja não é tradicionalista, o que houve? Se os tradicionalistas se tornaram um ramo à parte da hierarquia católica, isto quer dizer que algo diferente da essência do Catolicismo ocupa o Vaticano.

A estrutura que o Vaticano assumiu é, a meu ver (faço questão de ressaltar isto especialmente sobre este assunto), maçônica, feita para que caiba de tudo que não esteja disposto a questionar a hierarquia. A hierarquia tornou-se um valor em si, e a Santa Sé arroga-se mais poderes do que de fato tem, desfazendo de argumentos que lhe são contrários sem sequer se dar ao trabalho de respondê-los. A semelhança na imprecisão do discurso de todos os que ocupam cargos estratégicos leva a crer que o objetivo seja mesmo permitir que aconteça de tudo. As palavras, vaselinadas, podem conter qualquer significado. E, assim como na maçonaria a única coisa que deve ser preservada é a hierarquia, o "debate" torna-se livre. O Papa, abraçando os direitos humanos, discursando na ONU, e escrevendo contra o homossexualismo, legitima o discurso da Teologia da Libertação e da Renovação Carismática. Enquanto isso, a Basílica de São Pedro impera sobre a paisagem. E a missa? E a condenação do modernismo? Estas foram apenas algumas lamentáveis baixas na luta pelo poder no reino deste mundo.

Esta crise total da Igreja é apenas o resultado de uma crise interna que já vem de longe. O filósofo Olavo de Carvalho tem uma tese a respeito, que subscrevo, de que o problema começa há alguns séculos, quando o Papa Inocêncio III entrega as ciências naturais ao mundo "leigo" (uma noção quase estranha a uma época que só conhecia fiéis e infiéis, os hereges sendo apenas uma perversão do primeiro grupo) e traça uma linha entre o sagrado e o profano. Tal separação inexiste; tudo é de Deus e o natural está apenas inscrito no sobrenatural. Determinar os precisos efeitos deste ato pontifício é coisa que ainda não foi feita; esta é uma tese original de Olavo e ele mesmo ainda não publicou nada a respeito. De qualquer maneira, podemos ver que, se a Igreja cedeu uma parte do mundo a quem lhe era ingrato, este alguém infiltrou-se, rejeitando sua benfeitora, seduzindo seus membros, criando um Estado leigo alheio às coisas do espírito e toda uma cultura anticlerical. Lembra King Lear, de Shakespeare. Em mais sentidos do que eu seria capaz de explicar neste momento.

Mas chega de especulações. Eu tenho pouquíssimas certezas a respeito deste assunto. O Concílio Vaticano II e os Papas subseqüentes são o pepino do século, e eu não tenho a menor pressa de resolver este assunto. Por enquanto, adoto a posição dos "lefèbvristas", ou seja, permaneço onde estou, assistindo à missa tal como sempre foi, antes de Paulo VI, e estudando a obra de São Tomás de Aquino.

 

3-)Apresentação do Guia

O objetivo aqui é o de apresentar aos leitores de O Indivíduo uma coletânea dos principais documentos a respeito deste assunto e dos protagonistas mais interessantes ou curiosos desta história. Só não constará do Guia algum site dedicado ao Diabo especificamente.

Não é demais dizer que somente aqui o público pode encontrar estes dados. Não há, até onde eu sei, nenhum outro site na Internet brasileira que fale deste assunto, e a nossa imprensa age como se nada houvera. Por hábito ou por uma legítima ignorância, ou por uma mistura dos dois, não sei. Mas se alguém souber de algum site na Internet brasileira que trate deste assunto, por favor entre em contato conosco.

O guia não é tão pretensioso, e deve ser enriquecido com o tempo. Mas, logo de cara, há pelo menos um documento importantíssimo que falta aqui: trata-se do Novus Ordo Missae, ou simplesmente o novo cânon da missa, elaborado por Paulo VI, seis protestantes e um maçom. Se algum leitor o tiver no computador, ou souber onde localizá-lo na Internet, por favor escreva para o jornal. Uma das minhas mais firmes crenças é na importância das fontes primárias. Mesmo o comentário mais genial vale menos para a inteligência do que um exame atento e direto do documento em questão.

Acredito que todos os que vão se interessar por este problema já tenham assistido a pelo menos uma missa nova na vida, mas mesmo assim é importante ter o documento de Paulo VI. Ainda que seja verdade que a nova dinâmica da Igreja, após o Concílio, tenda à protestantização, isto é, à livre interpretação também do novo cânon da missa (e, senhores, não creio que isto foi impremeditado), não fica invalidada importância do documento que deu origem a este problema específico.

Quero agradecer especialmente ao nosso colaborador Alexandre Bastos pela contribuição que ele deu para este guia, tendo fornecido vários dos links ou textos abaixo. Todos eles foram retirados da Internet e qualquer leitor que queira empreender sua própria busca não terá grandes dificuldades para encontrá-los. Nos textos, não me dei ao trabalho de indicar de que site os tirei por duas razões: 1-)Tive o trabalho de reformatar todos, para que sua leitura fosse mais fácil, sendo que muitos chegaram às minhas mãos em formato .txt; e 2-)No caso de textos eclesiásticos, simplesmente não se pode alegar a posse deles. Porém, é claro que permanece, em cada texto, o crédito ao autor.

 

4-)Textos e links

Os textos estão em inglês, exceto onde indicado.

Encíclica Pascendi Dominici Gregis, de São Pio X

O único papa santo dos últimos 300 anos define e condena a "heresia modernista". Com o perdão da palavra, este é um documento de atualidade impressionante e aterradora. Escrito em 1907, parece ter sido pensado ontem. Para quem está acostumado à literatura papal recente, o vigor e a precisão desta encíclica assustam. Dá para ver porque o homem era santo.

A Igreja pós-Vaticano II não faz muito esforço para se lembrar dos escritos de São Pio X, e nem os leigos e nem ninguém, para falar a verdade. Boa parte do que é dito hoje na imprensa e nas faculdades de teologia por padres e leigos, de carismáticos a libertários, não são apenas besteiras, mas heresias já condenadas. Um dado como estes leva toda a discussão a respeito do estado de estupidez das faculdades católicas, como as PUCs, para outro plano. Se há um só documento aqui que deve ser lido, é este.

 

Syllabus de erros Lamentabili Sane
Em português

Aqui, em 65 pontos, São Pio X lista e condena os erros mais comuns dos modernistas.

 

O juramento contra a heresia modernista
Em português

Diante da gravidade da situação, São Pio X instituiu este juramento, que deveria ser feito por todos aqueles que se ordenavam padres, bispos, ou lecionavam em faculdades católicas. O Papa Paulo VI o aboliu. Ao ler o texto do juramento, é fácil entender porquê.

 

A Carta do Cardeal Ottaviani
Em português (também disponível em arquivo para Word zipado)

O Cardeal Ottaviani enviou este estudo da nova missa ao Papa Paulo VI. Nele estão apontados os principais problemas do Novus Ordo Missae.

 

62 razões para não assistir à missa nova

Os padres de Campos, aqui no Rio de Janeiro, companheiros de Msgr. Lefèbvre, compilaram estas 62 ótimas razões, que vão desde objeções doutrinais até estatísticas impressionantes.

 

Comparação entre missais

O missal tridentino e o missal de Paulo VI ("Novus Ordo Missae") colocados lado a lado, para que se percebam claramente as diferenças e semelhanças entre ambos.

Veja também a detalhada análise das diferenças entre os missais e as conseqüências da transformação litúrgica apresentada neste site.

 

Bula Quo Primum Tempore, do Papa São Pio V

Nesta bula, datada de 14/07/1570, São Pio V estabelece para sempre o cânon da missa, ameaçando de excomunhão pelos apóstolos Pedro e Paulo (o que equivale a um anátema) aqueles que o alterarem ou impedirem a celebração da missa segundo ele.

 

O Papa João Paulo II e a evolução

A teoria evolucionista é um erro condenado pelo Papa São Pio X (creio que por Pio IX também) e mesmo por cientistas leigos. O debate vem pegando fogo desde 1859, quando Darwin lançou A Origem das Espécies. Só a respeito deste assunto, poder-se-ia fazer uma página com uns vinte links para os sites da Internet em que o assunto é mais debatido.

De qualquer maneira, basta saber que a teoria da evolução se apóia em fósseis forjados e modelos biológicos cuja relação com a realidade (como os modelos da Física do colégio) está longe de ser estabelecida. Mas o mais grave, do ponto de vista filosófico, é que a teoria da evolução se baseia na idéia de progresso biológico, o que é evidentemente um nonsense.

Este é o documento em que o Papa João Paulo II, alheio às tomadas de posição dentro e fora da Igreja resolve fazer mais uma de suas médias com o mundo moderno. Só que aqui o tiro sai pela culatra: o Papa pegou o bonde andando e reconheceu como verdadeiro aquilo que só é ensinado ou por progressistas anticristãos ou por inconscientes...

 

O "Corredor da Vergonha" dos Papas ("The Papal Hall of Shame")

Pode esquecer as bobagens do Sebastião Salgado. Aqui você tem fotos de arrepiar os cabelos. Se uma imagem vale mais do que mil palavras...

 

A respeito do dogma da infalibilidade papal

Diante de tantas coisas vindas do Vaticano, logo vem à mente a famosa infalibilidade dos papas, dogma instituído pelo Concílio Vaticano I. Aqui estão reunidos os documentos que lhe dizem respeito, que estabelecem os reais limites desta infalibilidade.

Ao ler isto, vemos que Deus poupou a sua Igreja de um escândalo muito maior, pois nenhum dos pronunciamentos de João XXIII, Paulo Vi ou João Paulo II a respeito dos temas cruciais preenche as condições para a infalibilidade.

 

Abbé de Nantes

Esta é uma figura inteiramente oposta a Msr. Lefèbvre. Ao passo que Msr. Lefèbvre era discreto e limitou-se a permanecer em seu lugar, apenas resistindo à mudança do cânon da missa e a algumas posições da Santa Sé, o Abbé de Nantes escreveu - ou pelo menos supervisionou - estudos sobre as heresias de Paulo VI, João Paulo II e do novo catecismo, e fez questão de entregá-los publicamente no Vaticano, com a presença da imprensa. É difícil, nos dias que correm, ver alguém empregar uma linguagem tão afiada, dizendo que "o papa é um herege" e mostrando por quê. A argumentação do Abbé de Nantes é considerada brilhante por muitos, entre leigos e padres "tradicionalistas". No entanto, também fui advertido a respeito de erros que ele comete em assuntos básicos. Ainda não tive a chance de, eu mesmo, examinar todos os argumentos, e isto também não quer dizer que teria capacidade para entendê-los, ao menos neste momento.

Há coisas estranhas a respeito do Abbé de Nantes. O Vaticano prefere o silêncio a respeito de sua figura, mas já o condenou uma vez a ficar em silêncio dentro de um convento na Europa. O Abbé não se pronuncia a respeito da nova missa, ao passo que é extremamente veemente em tantos outros pontos. Além disso, ele fundou uma espécie de fraternidade chamada "Falange", onde leigos vivem reclusos - até aí nada de mais. Só que, espero estar errado, fiquei com a impressão de que ele exerce uma atração como a de Plínio Correia de Oliveira, da TFP, que por sua vez é uma organização maçônica que literalmente presta culto à figura de Plínio. Uma coisa que conta para isto é o fato do Abbé insistir na monarquia como a forma ideal de governo. Ora, homens espirituais não vão ficar metendo o bedelho no governo deste mundo. Mas bem. É só uma impressão. De qualquer maneira, é uma figura que vale a pena conferir. Os livros dele estão em seu site na web. É só seguir o link acima.

 

O Antipapa Pio XIII

Um conclave (!) em Massachussets simplesmente declarou um padre de lá Papa. O homem até já escreveu suas encíclicas! Não as li, aliás. O site vale sobretudo para quem quer conhecer um legítimo antipapa em toda sua serenidade.

 

O Antipapa Gregório XVII

Aqui o caso já é mais sério. Trata-se de um espanhol que ficou preso um tempão e que tem as chagas de Cristo. Mas daí a declarar-se Papa... Pelo menos ele tem mais apelo que nosso amigo Pio XIII. O problema do site dele é que foi escrito originalmente em castelhano e depois alguém traduziu no Altavista. Aí o texto ficou aquela beleza...

 

Pe. Malachi Martin: Leia uma entrevista em duas partes e conheça seu livro sobre exorcismo

Como seu site pessoal foi fechado, sugiro ao leitor que veja os resultados de uma busca no Altavista usando seu nome. Há muitas informações dispersas sobre este padre que é, como bem demonstra Michael Hoffman, um "agente duplo". Não pela coisa dos xamãs que alega Hoffman, mas porque Pe. Martin conhece o terceiro segredo de Fátima e não quer revelar, pois está sob "juramento"... Ora, se a própria Virgem determinou que ele fosse revelado ao mundo em 1960!

 

Entrevista com Henry Montaigu sobre a crise da Igreja

Valiosos comentários do historiador e escritor francês. Retirada do site de La Place Royale. Em francês.